Dicas

Dado o nossa gigante empolgação com o projeto e com o blog, temos pesquisado e encontrado diversas formas de intervenções urbanas, como as da Camila Lordelo. Uma delas, inclusive, é muito especial e particular e, portanto, merece um post só para ela.

Muitas vezes, não passamos por lugares tão recheados de tais belezas ou, às vezes, o trânsito não flui a nosso favor quando o fazemos. Porém, e por isso agradecemos todos os dias, há pessoas que o fazem por nós, registram e compartilham no Instagram para que o número de tocados cresça ainda mais. Para que o envolvimento com o nosso projeto seja ainda maior, escolhi algumas das minhas páginas favoritas e fiz um resuminho do que cada uma se trata para que vocês, leitores, possam acompanhá-las. Além disso, as hashtags #asruasfalam e #tudotempoesia, são ótimas indicações de posts desses tipos, desassociados dessas páginas maiores. Vale a pena conferir também.

  • @taescritoemsampa : É uma página com diversas frases pintadas ou coladas pela rua no geral, nada muito particular ou específico, mas eles postam fotos enviadas ou marcadas sobre a hashtag #taescritoemsampa, o que é bem legal para participar e acompanhar também.
  • @tapetevoadorporai : Esse, pessoalmente, é um dos meus favoritos. São frases (não sei se escritas pelos donos, ou compartilhadas pelos seguidores, ou sei lá) que são coladas apenas e somente no chão de toda a cidade. São frases lindas e o efeito de olhar para o chão, geralmente sujo e feio, e me deparar com algo assim, me agrada de montão.
  • @txturbano : Uma página que incentiva os seguidores a escreverem frases, de qualquer tipo, colarem pela cidade com a hashtag #txturbano e compartilharem para que eles repostem em sua página. É um aglomeradinho de intervenções urbanas corriqueiras e é isso que o torna mais legal.
  • @pi_xo : Um Instagram do mesmo estilo dos outros, com desenhos e frases pintadas pelos muros das cidades. A única diferença é que não é restrito apenas a São Paulo e eu acho muito legal ver o quão recorrente tais intervenções são por todo o Brasil.
  • @ondejazzmeucoracao : Registros urbanos de lambes colados em muros e postes pela cidade de São Paulo, escritos por uma escritora (durd né) chamada Ryane Leão. São frases particularmente poéticas e bonitas, e, às vezes, compartilham críticas bastante interessantes.
  • @poemamundano : A arte das ruas de um modo mais geral, reunindo não apenas frases e textos, mas também obras plásticas, como o graffiti. Também são enviadas pelos seguidores e compartilhadas pela hashtag #poemamundano.
  • @comum_a2 : Mais um projeto de lambe lambes colados por aí e é muito legal também. Os donos do Instagram que escrevem os versos e isso, particularmente, é algo que me envolve ainda mais. Tem todo um projeto no Facebook (/comumadois) e vale a pena acompanhar!

Espero que vocês acompanhem e se divirtam com isso tanto quanto nós! ❤

Rafa e Ana 

As mil expectativas

A ideia do blog é justamente retratar todo o processo do Móbile na Metrópole, então estávamos conversando e surgiu a ideia de contar um pouco das nossas expectativas, já que pode ser bom até para tentarmos lembrar depois.

O Estudo do Meio será nos dias 6, 7 e 8 de maio (tá chegandooooo!), e eu posso dizer, resumidamente que as expectativas são muito altas.

Primeiro de tudo, os roteiros são muito legais (foi até difícil de escolher), mas acho que não tem como prever tudo o que pode acontecer, com certeza muitos imprevistos acontecerão e não haverá como evitá-los. Mas isso pode ser muito bom, já que dessa forma experiências mais incríveis terão possibilidade de nos tocar de forma mais única e espontânea ainda. Quanto menos se sabe e menos se espera, mais se surpreende.

O fato é, mesmo indo para lugares incríveis, importa mais o quanto nós vamos nos deixar afetar por tudo a nossa volta, e quanto a isso eu não tenho dúvida que o grupo inteiro vai se jogar de cabeça.

Para quem está fora do projeto pode parecer até um pouco idiota tudo isso, afinal São Paulo é a cidade em que vivemos, mas até que ponto cada um conhece de fato o lugar em que vive? Acho que vem muito disso a quantidade enorme de expectativas em tudo isso. Até antes de apresentarem o Estudo do Meio para nós, achávamos, como qualquer outra pessoa que mora em São Paulo, que conhecíamos a cidade. Então, para que tudo isso? Foi a partir de vários questionamentos propostos pelos nossos professores que passamos a duvidar de tal “verdade”. Experimentar a cidade tal como ela é, efetivamente, e entender melhor (mesmo que não 100%) os porquês de seu particular funcionamento, são itens que tem levantado ainda mais nosso entusiasmo.

Esperamos ser tocadas por coisas mais do que incríveis, para que possamos tentar (só tentar) traduzir tais sentimentos em palavras para nossos leitores! Que esses dias cheguem logo, mas passem muito devagar.

O grupo

Ópera do Malandro

O clássico musical “Ópera do Malandro”, originalmente estreado em 1978, de Chico Buarque, toma forma inusitada nas mãos do diretor João Falcão. Em cartaz no Theatro NET em SP, até o dia 3 de maio (corram para ver antes que acabe, sério), a peça possui caráter cômico não só pelo fato de todos os homens fazerem papéis de homens e de perfeitas mulheres, como o narrador da história, João Alegre, que é justamente uma mulher (a única do elenco), mas também pelo roteiro em si. Com um trabalho vocal perfeito, as músicas tiram nossos fôlegos e fazem com que 3 horas de espetáculo se tornem interessantes. Não se desesperem, há um intervalo de 15 minutos nesse meio tempo. Com pipoca e mente aberta para receber as críticas feitas pela obra, fica até fácil aguentar um tempo tão longo assim.

“Talvez a obra mais emblemática da carreira de Chico Buarque, a ‘Ópera do Malandro’ já pode ser considerada um clássico do teatro musical brasileiro. Quase quatro décadas após a estreia original (1978), o malandro – como diz uma das célebres canções – surgirá na praça outra vez em uma nova montagem, com direção de João Falcão, direção musical de Beto Lemos e coreografias de Rodrigo Marques. Protagonizada pelo cantor Moyseis Marques em sua estreia como ator, a ‘Ópera’ terá praticamente todo o elenco de 14 atores composto por homens – muitos vindos de ‘Gozagão – A Lenda’, último trabalho de João – e pela atriz Larissa Luz.

Inspirado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o musical conta a história do contrabandista Max Overseas, que casa em segredo com Teresinha, filha de Duran, poderoso dono de bordéis e cabarés da Lapa dos anos 40. Responsável pela atual versão, Falcão pinçou músicas do espetáculo original, do álbum ‘Malandro’ (1985) e do filme (1985) dirigido por Ruy Guerra.

COM: ADRÉN ALVES, ALFREDO DEL PENHO, BRUCE DE ARAÚJO, DAVI GUILHERMME, EDUARDO LANDIM, EDUARDO RIOS, FÁBIO ENRIQUEZ, LARISSA LUZ, GUILHERME BORGES, MOYSEIS MARQUES, RAFAEL CAVALCANTI, RENATO LUCIANO, RICCA BARROS E THOMÁS AQUINO.” (descrição do Facebook deles)

Tivemos a oportunidade de assistir à peça no dia 24 de abril e foi realmente incrível, sinceramente muito além das expectativas. Além do espetáculo, pudemos conversar com os atores no final deste. O primeiro e maior choque (I M P R E S S I O N A N T E é pouco) foi ver os homens sem maquiagem e em suas roupas do dia a dia. Incríveis atores, muuuuito inteligentes e simpáticos, falaram bem do contexto histórico e várias curiosidades sobre a peça. Acho que foi naquele momento que percebemos o quão forte e real o espetáculo é. A história pulou do palco e tocou nossas vidas ainda mais. Recomendamos muito que vocês vejam!!

(Foto: https://www.facebook.com/operadomalandro2014/photos/a.659885264100436.1073741829.652427124846250/821030404652587/?type=1&theater)

Informações:

Endereço: Theatro Net São Paulo, Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas, 360)

Data: até 3/5/15

Horários: sexta 21h | sábado 21h30 | domingo 20h

Entrada: plateias central e lateral – R$150,00 | balcão 1 – R$100,00 | balcão 2 – R$50,00

Rafa e Ana

Flores que nascem do concreto!

Há alguns dias, o Estadão publicou uma matéria sobre uma mulher que passou oito domingos na extensão de 3,4 km do Minhocão estudando esses “matinhos que, no meio do nada, nascem nas rachaduras das construções, lembrando-nos que a natureza tem fortes arroubos de coragem” (link da matéria). Laura Lydia, formada em Artes Plásticas pela Unicamp, em parceria com um biólogo, identificou, mapeou, fotografou e desenhou cada uma das plantinhas que encontrou durante esse período. O mais incrível de tudo é que, no achado, haviam mais de 1.500 plantas, de 40 espécies diferentes, incluindo mentinhas, ipês-de-jardim e jacarandá.

Passando por tal viaduto hoje à tarde, me peguei olhando constantemente para as bordas da pista, procurando aquelas plantinhas que haviam tanto me intrigado. Foi aí que percebi a relação tão direta disso com o nosso projeto e a necessidade de compartilhar isso no blog, afinal de contas, o Minhocão daria uma bela horta e ninguém sabia disso!

Pesquisando mais a fundo, descobri que o ato de Laura faz parte de um projeto bem maior, que nasceu em 2010, chamado Ervas SP (link). O site deles é incrível e tem até um mapeamento das intervenções já realizadas, recomendo muito (mas muito mesmo!) a visita. A criadora do projeto, em sua descrição, diz:  “Em meados de 2010, instigada a entender a metrópole em sua complexidade, passei a observar a grandiosidade de suas construções e inter-relações humanas, culturais, sociais, em contraponto aos mais ínfimos e ocultos detalhes. Para isso precisei primeiramente questionar minha (nossa) existência no meio urbano, entendendo que uma coisa é ver a cidade como observador(a) e outra é viver a cidade como integrante dela. Num constante e exaustivo movimento de observação e assimilação, meu olhar se erguia em direção às enormes construções e buscava repouso nas miudezas do chão. À primeira vista, o que via sob meus pés era apenas concreto, asfalto. Mas nessa paisagem infértil do pavimento impermeável, onde parecia não haver nenhuma possibilidade de vida, lá estavam elas, as chamadas “ervas daninhas”. Uma pequena fissura no concreto, expondo o solo fértil à superfície, ou um aglomerado de matéria orgânica no canto da sarjeta, viram abrigo de pequenas sementes que conseguem sobreviver e brotar. Serão realizadas algumas expedições pelo Elevado Costa e Silva, para mapeamento da vegetação que brota ao logo de toda sua extensão, intervenções e registros fotográficos e em desenhos. O projeto levará alguns meses para sua realização e será concluído com uma expedição coletiva. Esse trabalho é fruto do desejo de um novo tipo de cidade, de uma transformação de nossa relação com o espaço e o corpo, e o blog é um diário de bordo que pretende publicar todo o processo das expedições. Pode ser lido por qualquer pessoa que se interesse por arte, botânica e as questões da vida na cidade.”

Como já dizia Drummond, no poema “A Flor e a Náusea” apresentado na página O Projeto aqui do blog, há, sim, flores pelas ruas, quebrando com o cinza e furando “o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio”. A cada dia que passa, nos deparamos com mais e mais pessoas que procuram por essas flores e tem como objetivo mostrar para nós, habitantes da metrópole, a beleza oculta destas. Elas existem tanto no sentido literal das plantas, como no projeto de Laura, quanto no metafórico, em outras intervenções urbanas que apresentaremos. E é exatamente isso, que buscamos mostrar com o nosso projeto: as infinitas formas e cores do concreto.

Laura Lydia e o resultado do seu projeto no Minhocão. http://f.i.uol.com.br/fotografia/2015/04/08/500104-970x600-1.jpeg
Laura Lydia e o resultado do seu projeto. http://f.i.uol.com.br/fotografia/2015/04/08/500104-970×600-1.jpeg

Rafa

Elena

“Pouco a pouco as dores viram água, viram memória. As memórias vão com o tempo, se desfazem. Mas algumas não encontram conforto, só algum alívio nas pequenas brechas da poesia. Você é a minha memória inconsolável, feita de pedra e de sombra. E é dela que tudo nasce e dança.”

O documentário Elena foi dirigido por Petra Costa e produzido pela Busca Vida Filmes. O filme, brasileiro e lançado em 2013, é uma biografia de Elena, irmã mais velha da diretora. Foi premiado por diversos festivais ao redor do mundo, como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Arlington International Film Festival (AIFF – Estados Unidos), o Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, o Festival Internacional de Cine Documental de la Cuidad de México (DocsDF), entre outros.

A sinopse disponível no site oficial do filme (http://www.elenafilme.com/) é:

“Elena viaja para Nova York com o mesmo sonho da mãe: ser atriz de cinema. Deixa para trás uma infância passada na clandestinidade dos anos de ditadura militar e deixa Petra, a irmã de 7 anos. Duas décadas mais tarde, Petra também se torna atriz e embarca para Nova York em busca de Elena. Tem apenas pistas: filmes caseiros, recortes de jornal, diários e cartas. A todo momento Petra espera encontrar Elena caminhando pelas ruas com uma blusa de seda. Pega o trem que Elena pegou, bate na porta de seus amigos, percorre seus caminhos e acaba descobrindo Elena em um lugar inesperado. Aos poucos, os traços das duas irmãs se confundem, já não se sabe quem é uma, quem é a outra. A mãe pressente. Petra decifra. Agora que finalmente encontrou Elena, Petra precisa deixá-la partir.”

Eu não conhecia o filme até nosso professor de filosofia nos mostrar o trailer. Mesmo antes de acabar, eu já tinha decidido que assistiria logo que pudesse, o que acabou sendo hoje. É muito difícil escrever sobre esse documentário, até porque, é um tema muito complicado, já que Elena, caso não tenha ficado muito explícito, se suicidou (se alguém considerar spoiler, desculpa). Assim, Petra acaba retratando como foi lidar com essa perda para ela, que tinha 7 anos de idade na época, e para sua família.

Não sei explicar, mas é impossível expressar com palavras o que o filme me fez sentir. Elena é completamente diferente de qualquer outro documentário que eu já vi, seja por seu caráter poético, pela forma de narração que Petra escolhe ou pela participação da própria Elena por meio de gravações e vídeos antigos.

O filme é incrível. Mas ao mesmo tempo é um pouco pesado, do tipo super possível de começar a chorar, não aconteceu no meu caso, mas eu tive que ficar processando tudo por um bom tempo. Apesar de ser um tema extremamente doloroso, como dito antes, o filme, por si só, é muito bonito e as imagens nele presentes também.

Esse vídeo mostra muito bem essa falta de palavras para descrever o documentário mostrando a opinião, muito semelhante a minha, de várias outras pessoas:

Enfim, eu super recomendo que vocês assistam! Ele está disponível em vários sites, mas o que eu achei melhor foi esse.

Ana

Projeto Pipa

Essa semana apareceu algo sobre o artista Tec no meu Facebook e, como eu achei interessante, decidi compartilhar aqui!

Tec nasceu em Córdoba, na Argentina, mas vive hoje em São Paulo. Seu primeiro contato com a arte foi aos 15 anos, quando se mudou para Buenos Aires e começou a pintar as paredes das ruas da cidade, promovendo sua banda de rock. A partir disso, passou a criar diversos desenhos dialogando com diversos universos. Depois de entrar na faculdade de desenho gráfico na Universidade de Buenos Aires, juntou-se, em 2000, ao coletivo artístico FASE, que ocupa as ruas com intervenções artísticas, que vão desde lambe-lambe e stencil até pinturas com rolo, algo inusitado nas ruas portenhas. Fase representou, em 2005, a Argentina no festival de Cinema de Berlin com um curta-metragem, que acabou fazendo parte do conteúdo audiovisual do mundial de futebol da Alemanha em 2006.

Em SP, ele costuma fazer intervenções urbanas no asfalto, como os bichos (lagartixas, ratos e peixes) pintados em ruas, e seu trabalho mais recente envolve a ideia produzir imagens a partir das drones, simulando o voo de pipas. O chamado Projeto Pipa é composto por uma série de pequenos vídeos feitos por essas aeronaves mostrando desenhos que fez em ladeiras do bairro de Americanópolis, em São Paulo.

“Quis fazer a filmagem dos drones saindo do chão para então conseguir mostrar o trabalho, porque assim conseguiria remeter ao processo que a pipa também faz antes de alcançar grandes alturas”, disse Tec.

A exposição do Projeto Pipa estreou dia 11 de abril no Instituto Eduqativo da galeria Choque Cultural e conta com as filmagens produzidas pelo drone, uma série de fotografias das pipas e um documentário sobre o processo de trabalho.

Um pouco do trabalho de Tec (foto: http://choquecultural.com.br/en/tec/)

Informações

Datas: 11/04/15 – 30/05/15

Horário: terça a sábado, das 11h às 18h

Preço: entrada livre

Endereço: Eduqativo-Instituto Choque Cultural (Rua Capitão Salomão, 26, 1º andar)

Ana

Mais um achado em nossas vidas!

Nesse belo domingo de Páscoa, enquanto eu estudava para as provas bimestrais (oba!), minha mãe, que já deve estar cansada de tanto ouvir sobre o projeto, veio me mostrar um artigo de uma revista, a Arquitetura & Construção, sobre… Uma chance para adivinhar… Isso! Humanização de São Paulo nos mesmos moldes do trabalho da Camila. Óbvio que eu larguei tudo e corri para o computador para pesquisar mais e contar para vocês!

Acontece que uma bela moça, chamada Laura Guimarães, se formou em cinema na FAAP e tem, agora, como um projeto pessoal, a produção de microrroteiros, como ela os chama, sobre cenas sutis e cotidianas por toda a cidade. E também acontece que ela é bem famosa. Seu trabalho já foi contado em várias revistas e, inclusive, montou uma mostra no Sesc em 2012, foi convidada pela Bienal Internacional do Livro em São Paulo e já participou de diversas outras exposições.

Propagandas à parte, eu realmente fiquei impressionada com o trabalho dela e, por isso, vou deixar o vídeo da mostra Sesc de artes, o link para o blog, para o tumblr dela e para a matéria da revista. Prometo que assim que eu acabar de estudar eu pesquiso mais e compartilho meus achados por aqui, mas, por enquanto, se deliciem, como eu, com essas pequenas partes.

Um exemplo de microrroteiro diretamente do tumblr da Laura.
Um exemplo de microrroteiro diretamente do tumblr da Laura.

http://casa.abril.com.br/materia/artista-imprime-poesia-na-cena-urbana

http://microrroteirosdacidade.tumblr.com/

http://portfoliodalau.blogspot.com.br/

Rafa

Free Cone Day

Vou acabar desviando totalmente do nosso tema, mas não tem problema, porque eu acho que todos amam comida!

Dia 14 de abril, uma terça feira, vai acontecer o Free Cone Day (que tem um nome bem autoexplicativo). Ele vai ter sua primeira edição no Brasil para comemorar o aniversário da loja Ben & Jerry’s, mas acontece desde 1979.

O evento vai acontecer tanto na unidade do Jardim Paulista (Rua Oscar Freire, 957) das 12h às 21h quanto na do Shopping Morumbi (Av. Roque Petroni Júnior, 1089) das 10h às 21h.

Nada melhor que sorvete (ainda mais de graça hahaha)!!

(Foto: http://instagram.com/p/0-5_hMFHuZ/)

Ana