Happy

Oi!!!

Não fiz nenhum post nos últimos dias, mas explico que as últimas semanas estiveram muito corridas. Essa, em especial, foi um caos completo, acho que todo aluno da Móbile vai entender. Semana de provas é sinônimo de dormir pouco (tipo umas 5hs no máximo), estudar o dia inteiro e ficar um absurdo de estressada.

Maaaaas não é sobre isso que eu vim falar, apesar de ter uma relação.

Toda semana de provas me deixa com crises imensas sobre todos os temas possíveis e imagináveis, e acho que vocês já devem ter percebido que eu tenho uma crise constante sobre esse negócio de ser feliz. É uma coisa que não entra na minha cabeça.

(Imagem: http://www.deseretnews.com/article/865550146/Happy-documentary-argues-that-everyone-can-become-happier.html)

[Acho importante dizer que não quer dizer que eu me considere triste, não é para levar nesse sentido. Na verdade, eu não sei como me classificar – e não sei nem se quero saber] –> percebe-se nesse momento um início de outra crise

Bom, continuando: cheguei hoje em casa e a primeira coisa que eu fiz foi deitar na cama e abrir o netflix (lógico). Com tudo isso de Móbile na Metrópole e documentários, eu descobri que eu gosto muito deles, ao contrário do que eu pensava antes. O fato é: quando eu abri o netflix, apareceu como indicação pra mim um documentário chamado Happy que, pra ser sincera, eu nunca tinha ouvido falar.

Vendo esse título, é óbvio que eu já abri e comecei a assistir direto.

Dirigido e produzido por Roko Belic, o filme busca entender diversas questões, por exemplo o que faz alguém feliz, se felicidade significa o mesmo para todos, entre outras. Isso foi feito a partir de uma série de entrevistas com pessoas de vários lugares do mundo (Dinamarca, Japão, Butão, Índia, Estados Unidos, Brasil, etc) e alguns investigadores e pesquisadores do tema. Pesquisando sobre o filme, descobri que ele foi inspirado em um artigo do New York Times de 2005 chamado “A New Measure of Well-Being from a Happy Little Kingdom” escrito por Andrew C. Revkin.

Quando acabei de assistir, confesso que me surpreendi (de um jeito positivo) com o filme, apesar de com certeza ele possuir alguns pontos que me incomodam, tipo o final, mas não vou me aprofundar muito nisso porque eu estaria contando demais né. Enfim, achei o filme como um todo fofíssimo e acho que todos deveriam assistir, ainda mais aqueles que tem crises parecidas com as minhas.

Vou deixar bem claro que não, não solucionou as minhas questões, mas me deu uma sensação boa. Não digo de tranquilidade ou conformidade, mas me fez bem de algum jeito que eu não sei exatamente explicar.

Aqui tem o link do site do filme e do documentário online (no caso de, por algum motivo, você não ter netflix).

Espero que gostem!!

Ana

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