De experiências a aprendizados

“E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vida dos insetos…”

Oi gente!

Esse é mais um daqueles posts obrigatórios em que devemos responder o que aprendemos fazendo o documentário e como o blog e o minidocumentário traduzem o processo de aprendizagem. Ao longo desse ano, como a Rafa e a Analú já contaram (aqui e aqui), eu comecei a me interessar mais pelo outro. Conhecemos ao longo do ano pessoas maravilhosas que encaravam a vida de uma maneira mais simples e poética e isso me fascinou! Aliás, hoje mesmo eu vi a peça de teatro do nono ano, que estava realmente incrível e que tinha grande relação com o fato de nos olharmos apenas para nós mesmos, considerando irrelevantes as coisas alheias. Durante todo o espetáculo, fiquei pensando como o Móbile na Metrópole quebrou um pouco disso em mim.

Primeiro,  minha noção do que era um documentário se transformou completamente. Antes eu tinha na minha cabeça que documentário era algo muito restrito e com função totalmente educativa, agora eu me interesso muito mais por esse tipo de gênero, já que aprendi que pode ser emocionante (como muitos dos minidocs) e muito interessante, além de dar abertura para retratar da forma que preferirmos o nosso projeto!

Além disso, pelo fato de nosso projeto ter relação com intervenções urbanas, aprendi a olhar além dos grafites, além das pequenas frases espalhadas por nossas cidades, além dos lambe-lambes. Entendi, finalmente, que, por trás de cada uma delas, tem um artista com uma história e com uma urgência para dizer algo.

Por ser um projeto que dura um ano inteiro eu aprendi, também, que temos que ser compreensivos uns com os outros, porque trabalhar em grupo tem lá suas partes boas, mas é realmente muito difícil. Mesmo nós nos dando muito bem, tivemos, ao longo do ano, uma série de probleminhas que precisaram de muita compreensão para serem resolvidos, como a falta de organização (minha, principalmente), que deixava todo mundo muito estressado por causa dos posts obrigatórios, como este, que eu estou fazendo domingo às 22:30 e tem que ser entregue amanhã. A gente teve que ter muita paciência com os probleminhas que apareceram durante a edição. Cada hora era uma coisa diferente (áudio, imagem, sincronia, etc), e todas as integrantes tinham reações totalmente diferentes sobre cada conflito. Serviu até para que eu aprendesse que as pessoas lidam de mil jeitos diferentes com as coisas e isso é incrível! O engraçado é que só agora, escrevendo esse texto, que eu me dei conta o quanto eu aprendi com esse projeto!

Agora, respondendo a segunda pergunta, as meninas tem total razão ao defenderem que o minidoc não traduz boa parte do nosso trabalho ao longo desse ano, até porque é realmente muito difícil (para não dizer impossível) transformar 4 horas de entrevista em dez minutos! Muita coisa linda e interessante teve que ser deixada de fora, infelizmente. Na minha opinião o que mais retratou o projeto foi o blog, o qual acompanhou esse projeto desde o inicio, e retratou nosso crescimento com o trabalho! Ainda assim, nem ele consegue retratar completamente tudo que foi essa experiência que nós tivemos!

Sofia

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