Intervenções

Oi, gente!

Essa semana os professores apresentaram as eletivas do ano que vem na escola.

Apesar de eu não ter a menor ideia do que eu vou fazer (crises, crises e mais crises), tem uma proposta que tem tudo a ver com o nosso tema e eu achei que seria muito legal compartilhar aqui.

Basicamente (não sei de muuuitos detalhes), na eletiva de filosofia, os alunos podem escolher fazer, no terceiro bimestre, uma intervenção urbana na cidade, tendo que apresentar um vídeo sobre isso. São atitudes relativamente simples que mudam, mesmo que por um segundo, a rotina das pessoas.

Nesse link estão todos eles (não só esse ano, mas nos outros também). Apesar de todos serem incríveis (de verdade), eu escolhi alguns para colocar aqui (os dois primeiros são desse ano e o outro é do ano passado):

Espero que vocês gostem e assistam os outros!

Beijos,

Analu

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Exposição: Depois das Seis

Oii, gente!

Depois de ter ficado um tempão sem postar nada aqui viemos falar de uma exposição que tem tudo para ser incrível!

Se você acompanha o blog já deve saber o que é o projeto Depois das Seis (se não é o seu caso, clique aqui). Como você já deve ter percebido, o projeto é a coisa mais linda desse mundo!

O fato é: a Gabi (dona do projeto) vai fazer uma exposição com polaroids originais, lambes e quadros com pôr-do-sol de São Paulo e alguns outros lugares. Acredito que não vá ser muito grande, mas certamente será tudo muito lindo. A abertura vai acontecer amanhã e, logo que der, nós (com toda certeza do mundo) iremos!

Aqui tem o link para o evento no facebook.

(https://instagram.com/depoisdasseis/)

Informações

Local: PhD Galeria (Pç. Dom José Gaspar, 106 – 2º andar)

Data: 04/09 a 02/10

Entrada: gratuita

Analu e Rafa

México promovendo sorrisos pela arte

Oiii!

Queria pedir desculpas, porque eu acabei não fazendo muitos posts no último mês. Não, não vou falar que eu viajei ou que estive muito ocupada as férias inteiras, porque não é verdade. Eu só quis tirar um tempo para dormir, fazer vários nadas sem me sentir culpada e pensar um pouco em muitas coisas (inclusive o nosso documentário).

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(http://www.planisferio.com.mx/germen-sensibilizacion-cultural-color-y-vida-en-palmitas/)

Enfim, vou parar de desviar do tema do post.

Há alguns dias me deparei com uma notícia de que o governo mexicano teria pedido para um coletivo artistas de rua chamado Germen Crew pintar mais de 200 casas de Palmitas, uma cidade no distrito de Pachuca, para uni-la e reduzir a violência entre os jovens. Essa foi a primeira coisa que eu achei o máximo. Em São Paulo, por exemplo, o governo paga para tirar a arte, no México, o governo pagou para que fizessem-na!

Esse grupo de artistas pintou 20.000 m² (!!!!) de fachada das casas em um único [e lindo] mural, que é agora o maior do México. Todas as 1808 pessoas que vivem no local foram afetadas pelo projeto e se envolveram com ele.

Eles esperam que o projeto inspire os jovens a se expressar por meio da arte. Um membro do Germen Crew disse aqui: “Graffiti, art and its history have transformed us and allowed us to avoid falling in perdition and make bad decisions. From of our experience, we propose it can change the lives of others.”

Os resultados disso tem sido muito positivos e a violência entre os jovens da comunidade foi quase erradicada!!

Achei que seria legal compartilhar isso aqui para mostrar o quanto a arte é importante e comprovar que uma intervenção dessas pode ser muito importante. Tomara que vocês tenham achado tão incrível quanto eu! ❤

Analu

Poesia agora (2)

Oii, gente!

Esse post está um pouquinho atrasado, mas nós queríamos contar como foi aquela exposição sobre a qual falamos aqui.

Contextualizando um pouco nosso dia: era para termos feito uma entrevista, mas houve um imprevisto e não foi possível. Então fomos fazer umas filmagens na rua. Deu tudo um pouco errado nesse dia, muitos dos lugares que queríamos filmar estavam fechados (tipo o Banespa e o Martinelli), então, como estávamos com tempo, a Rafa sugeriu que nós fôssemos para o Museu da Língua Portuguesa (já que as duas estavam loucas para ir para a exposição).

Superou qualquer expectativa que nós duas tínhamos. De verdade. Foi tão bonitinho. As duas saíram completamente encantadas com tudo que nós tínhamos visto (acho que pelo menos uma coisa deu certo).

É tudo muito criativo, diferente daquilo que já tínhamos visto. Tem foto de poesia de rua, poemas [incríveis] escritos em umas lâmpadas (não dá para explicar direito, mas vamos colocar algumas fotos aqui embaixo), lugares para você escrever seus próprios poemas e muito mais.

Nós duas amamos e esperamos que vocês tentem ir (e depois nos contem como foi)!

Aqui vão algumas fotos que nós tiramos (não de tudo, é claro):

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Analu e Rafa

Poesia agora

Oii!

Continuando a ideia desse post eu vim dar outra dica do que fazer em São Paulo.

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(http://jornalplasticobolha.blogspot.com.br/2015/06/abertura-da-exposicao-poesia-agora.html)

Estando cada dia mais apaixonada por poesia, descobri uma exposição que parece ser incrível. A “Poesia agora” está acontecendo no Museu da Língua Portuguesa e tem como objetivo criar espaço para poetas contemporâneos pouco conhecidos. São quase 500 poetas vindos de todas as partes do Brasil e de outros países também. Os poemas são apresentados ao visitante e este é estimulado a criar seus próprios (achei a ideia tão legal!).

Para isso, existem várias instalações interativas, nas quais a poesia aparece tanto em livros quanto de forma mais inusitada, por exemplo nos espelhos do banheiro.

Não vou falar de todas as instalações, até porque eu ainda não fui, mas pesquisando um pouco teve uma que me deixou muuuuito animada (e tem tudo a ver com o nosso tema): a Sala Poesia de Rua! Ela possui imagens de expressões poéticas, grafites, cartazes entre outras intervenções poéticas captadas pelas ruas de São Paulo e de outras cidades. O mais legal de tudo é que você pode participar enviando imagens de versos escritos pela cidade para o email participepoesiaagora@gmail.com!

Espero que vocês se interessem tanto quanto eu. Quando eu tiver a oportunidade de ver a exposição eu com certeza vou contar como foi pra vocês!!

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Informações:

Local: Museu da Língua Portuguesa

Data: de 23 de junho a 27 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h

Entrada: R$ 6 e R$ 3 (meia entrada). Grátis aos sábados

Analu

Encontro: arte urbana

Oi, gente!

Considerando que eu não vou viajar, vou tentar postar bastante coisa aqui, inclusive dicas de coisas para fazer para aqueles que também vão ficar em São Paulo.

Então aqui vai a primeira:

No dia 4 de julho vai acontecer, no Alanna Corpo, Mente e Alma, um bate papo sobre arte urbana a partir das 16h. Os artistas paulistanos A carlota, Felipe Bit, Vander Che, Ignoto e a chilena Monica Ancapi farão um bate papo sobre o atual momento da arte urbana em São Paulo.

Os temas abordados partirão da trajetória de cada artista e seguirão de acordo com a participação das pessoas, abordando graffiti, pixação e a arte que tem como suporte a rua.

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Informações:

Local: Alanna Corpo, Mente e Alma, Rua Monte Serrat, 831- Tatuapé

Data: 04/07 (sábado) das 16:00 às 18:00

Entrada: gratuita

Analu

“Los coches nos vuelven invisibles”

Oi gente!

Esse post deveria ter sido feito há um tempinho já, mas só tive tempo (e disposição) para fazer isso agora, então vamos lá né.

Bommm, sábado, dia 13 de junho, ou seja, final de semana anterior a semana de provas (sim, aquele que você morre estudando), fui fazer o que? Assistir a um documentário no parque do Ibirapuera, é lógico!

Umas 10 pessoas (ou menos, não sou boa de estimativa) encontraram a Teresa na praça do Monumento às Bandeiras e nós andamos até o Auditório Ibirapuera. Sentamos e conversamos até o documentário começar, mas a exibição não foi dentro do auditório, e sim na área externa. O filme foi projetado na parede em frente a umas 2000 pessoas.

Fui sem saber exatamente o que ia assistir (como sempre, bem perdida). Só sabia que era sobre bicicletas. Acabei descobrindo que era o lançamento de um documentário chamado Bikes vs Carros. Dirigido pelo sueco Fredrik Gertten (que estava lá no parque), o filme mostra como a indústria automobilística influencia nas políticas públicas das cidades e como a bicicleta começa a tentar mudar um pouco disso, não mostrando uma “guerra” por espaço, como sugere o título. Ele retrata diversos locais, como Copenhague, Los Angeles, São Paulo, Toronto, Bogotá, etc, mostrando diferentes pontos de vista em relação à bicicleta e ao modo que ela é utilizada. Por meio de entrevistas com, por exemplo, Aline Cavalcante, ciclista que mora em SP, e Raquel Rolnik, arquiteta e urbanista, vai sendo mostrada a importância das bicicletas e das ciclovias. O filme mostra nomes e situações um pouco mais cotidianas e acho que, por causa disso, as pessoas foram se aproximando de nós, fazendo com que a Aline, por exemplo, fosse muito mais do que apenas uma ciclista.

O que mais me marcou foi o fato de ele me fazer pensar que talvez a bicicleta seja um meio de humanizar e tornar parte da cidade aqueles que são invisíveis dentro dos carros.

Aqui tem dois trailers que eu achei:

Confesso que eu nunca tinha visto um filme ao ar livre, mas a sensação foi incrível. Poder ver o céu e as estrelas enquanto eu assistia foi uma coisa indescritível, até os aviões que passavam me encantavam! Mas enfim, depois de ter visto o filme comendo o bolo (como sempre delicioso) da Teresa, discutimos um pouco sobre o documentário.

Nessa discussão, falamos um pouco sobre o título, que eu, particularmente, não gosto, assim como a maioria das pessoas que estavam lá. Em relação a isso, encontrei um vídeo do diretor falando um pouco sobre isso e sobre as pessoas que não gostam:

Gostei muito, muito mesmo. Apesar de todos os pontos negativos que existem no filme, eu senti vontade de fazer parte daquilo. Recomendo que todos assistam, de verdade!

Ele já está sendo exibido em São Paulo (Espaço Itaú de Cinema – Augusta e Frei Caneca) e no Rio de Janeiro (Espaço Itaú Cinema) e logo será mostrado em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Brasilia, Belo Horizonte, Salvador, João Pessoa e Santos.

Se quiser saber mais, aqui está o site do filme.

Ana

Happy

Oi!!!

Não fiz nenhum post nos últimos dias, mas explico que as últimas semanas estiveram muito corridas. Essa, em especial, foi um caos completo, acho que todo aluno da Móbile vai entender. Semana de provas é sinônimo de dormir pouco (tipo umas 5hs no máximo), estudar o dia inteiro e ficar um absurdo de estressada.

Maaaaas não é sobre isso que eu vim falar, apesar de ter uma relação.

Toda semana de provas me deixa com crises imensas sobre todos os temas possíveis e imagináveis, e acho que vocês já devem ter percebido que eu tenho uma crise constante sobre esse negócio de ser feliz. É uma coisa que não entra na minha cabeça.

(Imagem: http://www.deseretnews.com/article/865550146/Happy-documentary-argues-that-everyone-can-become-happier.html)

[Acho importante dizer que não quer dizer que eu me considere triste, não é para levar nesse sentido. Na verdade, eu não sei como me classificar – e não sei nem se quero saber] –> percebe-se nesse momento um início de outra crise

Bom, continuando: cheguei hoje em casa e a primeira coisa que eu fiz foi deitar na cama e abrir o netflix (lógico). Com tudo isso de Móbile na Metrópole e documentários, eu descobri que eu gosto muito deles, ao contrário do que eu pensava antes. O fato é: quando eu abri o netflix, apareceu como indicação pra mim um documentário chamado Happy que, pra ser sincera, eu nunca tinha ouvido falar.

Vendo esse título, é óbvio que eu já abri e comecei a assistir direto.

Dirigido e produzido por Roko Belic, o filme busca entender diversas questões, por exemplo o que faz alguém feliz, se felicidade significa o mesmo para todos, entre outras. Isso foi feito a partir de uma série de entrevistas com pessoas de vários lugares do mundo (Dinamarca, Japão, Butão, Índia, Estados Unidos, Brasil, etc) e alguns investigadores e pesquisadores do tema. Pesquisando sobre o filme, descobri que ele foi inspirado em um artigo do New York Times de 2005 chamado “A New Measure of Well-Being from a Happy Little Kingdom” escrito por Andrew C. Revkin.

Quando acabei de assistir, confesso que me surpreendi (de um jeito positivo) com o filme, apesar de com certeza ele possuir alguns pontos que me incomodam, tipo o final, mas não vou me aprofundar muito nisso porque eu estaria contando demais né. Enfim, achei o filme como um todo fofíssimo e acho que todos deveriam assistir, ainda mais aqueles que tem crises parecidas com as minhas.

Vou deixar bem claro que não, não solucionou as minhas questões, mas me deu uma sensação boa. Não digo de tranquilidade ou conformidade, mas me fez bem de algum jeito que eu não sei exatamente explicar.

Aqui tem o link do site do filme e do documentário online (no caso de, por algum motivo, você não ter netflix).

Espero que gostem!!

Ana

“Últimas conversas”

Eduardo Coutinho. (Foto: https://jornalismoliterarioblog.wordpress.com/2015/02/02/importancia-de-eduardo-coutinho-para-o-jornalismo-brasileiro/)

Ao longo desse primeiro semestre falamos muito sobre documentários de diferentes autorias, no entanto, os de Eduardo Coutinho, considerado um dos maiores diretores de cinema do Brasil, foram os mais enfatizados pelos professores. Ele começou sua trajetória nesse ramo na década de 1950, enquanto estudava Direito. A partir desse ponto, sua carreira seguiu vários caminhos, como a ficção, o jornalismo e, por fim, o cinema documental, no qual possuía filmes caraterizados, principalmente, pelas entrevistas. Como exemplo de seus documentários está “Edifício Master” e “Jogo de Cena”. Em 2014, com 80 anos, Coutinho foi morto a facadas em seu apartamento por seu filho, que sofre de esquizofrenia. Na época da sua morte, ele estava no meio da produção de um documentário, o qual acabou sendo finalizado por João Moreira Salles e nomeado como “Últimas Conversas”. Esse filme foi lançado em 2015 no festival de documentários “É Tudo Verdade”.

No dia 30 de maio tivemos a oportunidade de ir ao Espaço Itaú de Cinema na Augusta para assistir o filme e depois participar de um encontro filosófico, no qual sentamos em uma praça na Paulista e fizemos uma discussão sobre o documentário.

A proposta do “Últimas Conversas” era  falar com adolescentes, entre 16 e 18 anos, vindos de escolas públicas do Rio de Janeiro, sobre os temas mais variados, de religião, bullying, a relação com os pais, a morte, o amor e vários outros assuntos, retratando os típicos comportamentos desses jovens e as dificuldades que muitas vezes enfrentam.

(Imagem: http://cinemaeaminhapraia.com.br/2015/04/15/ultimas-conversas-2014-de-eduardo-coutinho/)

São cenas relativamente simples. Um jovem abre a porta, cumprimenta Coutinho, que tem sempre sua voz no fundo das cenas, senta e vai respondendo às perguntas. Mesmo assim, cada entrevista é incrível do seu próprio jeito, tornando o conjunto que compõe o filme também excepcional. Apesar de existirem trechos muito tristes, há também muitos momentos engraçados, trazendo uma alternância de emoções ao longo do filme que é totalmente verdadeira, sem precisar usar música para provocá-las (sim, não há trilha sonora em nenhuma parte do documentário, o que pode parecer estranho, mas tem um efeito muito incrível).

Por haver uma grande proximidade com a nossa faixa etária, a identificação com o filme é inegável. Não só por causa das histórias ali presentes, mas também pelas atitudes, as desconfianças e os questionamentos próprios da adolescência.

É impressionante, também, a informalidade que Eduardo Coutinho fala com os entrevistados de modo a criar uma aproximação entre eles, fazendo com que sintam se totalmente a vontade  para falar sobre o mais particular de suas vidas. Assim, ele consegue atingir seu objetivo de retratar a realidade e alguns adolescentes de modo surpreendentemente emocionante.

Além de tudo isso, como sabemos da morte de Coutinho, o documentário se torna muito mais impactante, já que o vemos com outros olhos. Não vamos nos aprofundar muito nisso, porque estaríamos contando muito sobre o documentário em si, e a intenção é fazer com que vocês assistam, já que é um filme incrível que todas nós gostamos muito!

Correspondência Poética

Depois da minha crise de ontem eu percebi que eu precisava escrever um montão de posts para o blog para poder relaxar um pouco, então ai vai o primeiro da série Analu-em-SP-desistindo-de-estudar!

Foto: http://revistalingua.com.br/textos/blog-redacao/sao-paulo-recebe-primeiro-festival-de-poesia-326263-1.asp

Há algumas semanas a Giulia (do Mais Sabor que Dissabor) comentou nesse post sobre um projeto que de acordo com ela, lembrou muito a nossa proposta, o link que ela colocou era esse, vindo de um site chamado Correspondência Poética. Achei o Ciclo de Intervenções Poéticas muuuito interessante, mas não encontrei muitas informações sobre ele, a página só tem uma mini descrição e não tem quase nenhuma outra página que fale sobre.

Como não deu para explorar tanto esse Ciclo, fui ver mais no site e descobri que ano passado aconteceu o I Festival de Poesia de São Paulo! Os poetas deveriam morar no município de São Paulo e podiam inscrever seus poemas, que deviam ser recitados e enviados em vídeo. Trinta selecionados participaram do festival e 13 poetas foram premiados, de acordo com o site, “visando com isso laurear e difundir o movimento literário que vem acontecendo nas periferias da cidade”.

Esse vídeo explica um pouco mais sobre a Correspondência Poética, que tem intervenções incríveis, e sobre o Festival, inclusive com alguns trechos dele.

Nesse link tem algumas fotos do evento e vários dos vídeos dos poetas, não assisti todos, mas os que eu assisti eram incríveis.

Esse poema foi o meu favorito, então decidi colocar aqui, até porque, tem tudo a ver com o Móbile na Metrópole.

Esse ano, já retomaram o trabalho para realizar o II Festival! Com certeza, se eu souber de mais alguma coisa, vou colocar aqui no blog!

Ana