Versos urbanos

Oii, gente!

É com muito orgulho que nós finalmente apresentamos o nosso documentário! Esperamos do fundo do coração que todos vocês gostem, ele foi feito com muuuuuito carinho! ❤

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Não consegui pensar em um título legal pra esse post (provavelmente gastei todo a minha criatividade no documentário), mas enfim, tive vontade de escrever um pouquinho aqui.

{outro post que eu faço enquanto eu deveria estar estudando, acho que está virando costume}

Quis escrever aqui pra compartilhar um sentimento tão gostoso que eu (e acho que a Rafa e a Sofi também) estou sentindo. Como você já deve saber, estamos desde o final de junho fazendo um documentário e, depois de muito, muito, muito esforço e dedicação finalmente conseguimos terminar tudo de um jeitinho tão bonito e tão nosso! Acabamos na sexta, mas tivemos muuuuitos probleminhas técnicos e não conseguimos postar até hoje (carregou enquanto eu estava escrevendo esse post e eu queria dizer que pirei de felicidade, mas estou me controlando).

A sensação de orgulho de conseguir completar isso, mesmo com tanta dificuldade, é enorme!

Pode não ser o melhor documentário do mundo (está bem longe disso), mas todas nós ficamos tão felizes com ele! Não só pelo produto final, mas também pela experiência como um todo. Cada dia foi tão gostoso! Cada risada, cada piadinha, cada vez que conseguíamos fazer alguma coisa que antes não estava dando certo, e por aí vai.

Deu muito trabalho, deu vontade de desistir algumas (várias) vezes, mas eu posso dizer com toda a certeza do mundo que valeu muito a pena.

Só queria compartilhar mesmo, foi um post breguinha, mas feito com muito carinho!

Beijos,

Analu

Making of – argumento

Oi!!

Postamos nosso argumento (aqui) há alguns dias e como essa semana foi um pouco menos corrida por causa do começo das férias (aleluia), resolvemos fazer um making of. Ficou meio grandinho, mas como já tínhamos cortado tudo o que dava, preferimos deixar assim mesmo.

Esperamos que vocês gostem e riam tanto quanto nós!! 🙂 ❤

PS.: eu, Analu, fiquei morrendo de vergonha percebendo o quanto eu sou dramática

“Los coches nos vuelven invisibles”

Oi gente!

Esse post deveria ter sido feito há um tempinho já, mas só tive tempo (e disposição) para fazer isso agora, então vamos lá né.

Bommm, sábado, dia 13 de junho, ou seja, final de semana anterior a semana de provas (sim, aquele que você morre estudando), fui fazer o que? Assistir a um documentário no parque do Ibirapuera, é lógico!

Umas 10 pessoas (ou menos, não sou boa de estimativa) encontraram a Teresa na praça do Monumento às Bandeiras e nós andamos até o Auditório Ibirapuera. Sentamos e conversamos até o documentário começar, mas a exibição não foi dentro do auditório, e sim na área externa. O filme foi projetado na parede em frente a umas 2000 pessoas.

Fui sem saber exatamente o que ia assistir (como sempre, bem perdida). Só sabia que era sobre bicicletas. Acabei descobrindo que era o lançamento de um documentário chamado Bikes vs Carros. Dirigido pelo sueco Fredrik Gertten (que estava lá no parque), o filme mostra como a indústria automobilística influencia nas políticas públicas das cidades e como a bicicleta começa a tentar mudar um pouco disso, não mostrando uma “guerra” por espaço, como sugere o título. Ele retrata diversos locais, como Copenhague, Los Angeles, São Paulo, Toronto, Bogotá, etc, mostrando diferentes pontos de vista em relação à bicicleta e ao modo que ela é utilizada. Por meio de entrevistas com, por exemplo, Aline Cavalcante, ciclista que mora em SP, e Raquel Rolnik, arquiteta e urbanista, vai sendo mostrada a importância das bicicletas e das ciclovias. O filme mostra nomes e situações um pouco mais cotidianas e acho que, por causa disso, as pessoas foram se aproximando de nós, fazendo com que a Aline, por exemplo, fosse muito mais do que apenas uma ciclista.

O que mais me marcou foi o fato de ele me fazer pensar que talvez a bicicleta seja um meio de humanizar e tornar parte da cidade aqueles que são invisíveis dentro dos carros.

Aqui tem dois trailers que eu achei:

Confesso que eu nunca tinha visto um filme ao ar livre, mas a sensação foi incrível. Poder ver o céu e as estrelas enquanto eu assistia foi uma coisa indescritível, até os aviões que passavam me encantavam! Mas enfim, depois de ter visto o filme comendo o bolo (como sempre delicioso) da Teresa, discutimos um pouco sobre o documentário.

Nessa discussão, falamos um pouco sobre o título, que eu, particularmente, não gosto, assim como a maioria das pessoas que estavam lá. Em relação a isso, encontrei um vídeo do diretor falando um pouco sobre isso e sobre as pessoas que não gostam:

Gostei muito, muito mesmo. Apesar de todos os pontos negativos que existem no filme, eu senti vontade de fazer parte daquilo. Recomendo que todos assistam, de verdade!

Ele já está sendo exibido em São Paulo (Espaço Itaú de Cinema – Augusta e Frei Caneca) e no Rio de Janeiro (Espaço Itaú Cinema) e logo será mostrado em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Brasilia, Belo Horizonte, Salvador, João Pessoa e Santos.

Se quiser saber mais, aqui está o site do filme.

Ana

Happy

Oi!!!

Não fiz nenhum post nos últimos dias, mas explico que as últimas semanas estiveram muito corridas. Essa, em especial, foi um caos completo, acho que todo aluno da Móbile vai entender. Semana de provas é sinônimo de dormir pouco (tipo umas 5hs no máximo), estudar o dia inteiro e ficar um absurdo de estressada.

Maaaaas não é sobre isso que eu vim falar, apesar de ter uma relação.

Toda semana de provas me deixa com crises imensas sobre todos os temas possíveis e imagináveis, e acho que vocês já devem ter percebido que eu tenho uma crise constante sobre esse negócio de ser feliz. É uma coisa que não entra na minha cabeça.

(Imagem: http://www.deseretnews.com/article/865550146/Happy-documentary-argues-that-everyone-can-become-happier.html)

[Acho importante dizer que não quer dizer que eu me considere triste, não é para levar nesse sentido. Na verdade, eu não sei como me classificar – e não sei nem se quero saber] –> percebe-se nesse momento um início de outra crise

Bom, continuando: cheguei hoje em casa e a primeira coisa que eu fiz foi deitar na cama e abrir o netflix (lógico). Com tudo isso de Móbile na Metrópole e documentários, eu descobri que eu gosto muito deles, ao contrário do que eu pensava antes. O fato é: quando eu abri o netflix, apareceu como indicação pra mim um documentário chamado Happy que, pra ser sincera, eu nunca tinha ouvido falar.

Vendo esse título, é óbvio que eu já abri e comecei a assistir direto.

Dirigido e produzido por Roko Belic, o filme busca entender diversas questões, por exemplo o que faz alguém feliz, se felicidade significa o mesmo para todos, entre outras. Isso foi feito a partir de uma série de entrevistas com pessoas de vários lugares do mundo (Dinamarca, Japão, Butão, Índia, Estados Unidos, Brasil, etc) e alguns investigadores e pesquisadores do tema. Pesquisando sobre o filme, descobri que ele foi inspirado em um artigo do New York Times de 2005 chamado “A New Measure of Well-Being from a Happy Little Kingdom” escrito por Andrew C. Revkin.

Quando acabei de assistir, confesso que me surpreendi (de um jeito positivo) com o filme, apesar de com certeza ele possuir alguns pontos que me incomodam, tipo o final, mas não vou me aprofundar muito nisso porque eu estaria contando demais né. Enfim, achei o filme como um todo fofíssimo e acho que todos deveriam assistir, ainda mais aqueles que tem crises parecidas com as minhas.

Vou deixar bem claro que não, não solucionou as minhas questões, mas me deu uma sensação boa. Não digo de tranquilidade ou conformidade, mas me fez bem de algum jeito que eu não sei exatamente explicar.

Aqui tem o link do site do filme e do documentário online (no caso de, por algum motivo, você não ter netflix).

Espero que gostem!!

Ana

Argumento

Oi, gente! Vocês devem ter visto pelo instagram que temos feito algumas filmagens, então vamos explicar um pouquinho do que se trata: precisávamos criar um argumento para o nosso documentário, ou seja, apresentar justificativas para a relevância do tema que escolhemos. Uma tentativa (bastante difícil) de se colocar em 3 minutos uma prévia do nosso documentário, o que é quase como um trailer de cinema. Fizemos filmagens pelas ruas e também montamos esse cenário incrível, que agora está sendo reutilizado para montar aquele mural. sobre o qual falamos nesse post. Nos sentimos muito mais próximas do produto final desse projeto e, também, do nosso tema ao fazer esse vídeo. Foi muito (muito mesmo) divertido! Colocamos todo o nosso carinho e amor nessa pequena amostra do nosso trabalho. Esperamos muito que vocês gostem <3.

“Últimas conversas”

Eduardo Coutinho. (Foto: https://jornalismoliterarioblog.wordpress.com/2015/02/02/importancia-de-eduardo-coutinho-para-o-jornalismo-brasileiro/)

Ao longo desse primeiro semestre falamos muito sobre documentários de diferentes autorias, no entanto, os de Eduardo Coutinho, considerado um dos maiores diretores de cinema do Brasil, foram os mais enfatizados pelos professores. Ele começou sua trajetória nesse ramo na década de 1950, enquanto estudava Direito. A partir desse ponto, sua carreira seguiu vários caminhos, como a ficção, o jornalismo e, por fim, o cinema documental, no qual possuía filmes caraterizados, principalmente, pelas entrevistas. Como exemplo de seus documentários está “Edifício Master” e “Jogo de Cena”. Em 2014, com 80 anos, Coutinho foi morto a facadas em seu apartamento por seu filho, que sofre de esquizofrenia. Na época da sua morte, ele estava no meio da produção de um documentário, o qual acabou sendo finalizado por João Moreira Salles e nomeado como “Últimas Conversas”. Esse filme foi lançado em 2015 no festival de documentários “É Tudo Verdade”.

No dia 30 de maio tivemos a oportunidade de ir ao Espaço Itaú de Cinema na Augusta para assistir o filme e depois participar de um encontro filosófico, no qual sentamos em uma praça na Paulista e fizemos uma discussão sobre o documentário.

A proposta do “Últimas Conversas” era  falar com adolescentes, entre 16 e 18 anos, vindos de escolas públicas do Rio de Janeiro, sobre os temas mais variados, de religião, bullying, a relação com os pais, a morte, o amor e vários outros assuntos, retratando os típicos comportamentos desses jovens e as dificuldades que muitas vezes enfrentam.

(Imagem: http://cinemaeaminhapraia.com.br/2015/04/15/ultimas-conversas-2014-de-eduardo-coutinho/)

São cenas relativamente simples. Um jovem abre a porta, cumprimenta Coutinho, que tem sempre sua voz no fundo das cenas, senta e vai respondendo às perguntas. Mesmo assim, cada entrevista é incrível do seu próprio jeito, tornando o conjunto que compõe o filme também excepcional. Apesar de existirem trechos muito tristes, há também muitos momentos engraçados, trazendo uma alternância de emoções ao longo do filme que é totalmente verdadeira, sem precisar usar música para provocá-las (sim, não há trilha sonora em nenhuma parte do documentário, o que pode parecer estranho, mas tem um efeito muito incrível).

Por haver uma grande proximidade com a nossa faixa etária, a identificação com o filme é inegável. Não só por causa das histórias ali presentes, mas também pelas atitudes, as desconfianças e os questionamentos próprios da adolescência.

É impressionante, também, a informalidade que Eduardo Coutinho fala com os entrevistados de modo a criar uma aproximação entre eles, fazendo com que sintam se totalmente a vontade  para falar sobre o mais particular de suas vidas. Assim, ele consegue atingir seu objetivo de retratar a realidade e alguns adolescentes de modo surpreendentemente emocionante.

Além de tudo isso, como sabemos da morte de Coutinho, o documentário se torna muito mais impactante, já que o vemos com outros olhos. Não vamos nos aprofundar muito nisso, porque estaríamos contando muito sobre o documentário em si, e a intenção é fazer com que vocês assistam, já que é um filme incrível que todas nós gostamos muito!

Elena

“Pouco a pouco as dores viram água, viram memória. As memórias vão com o tempo, se desfazem. Mas algumas não encontram conforto, só algum alívio nas pequenas brechas da poesia. Você é a minha memória inconsolável, feita de pedra e de sombra. E é dela que tudo nasce e dança.”

O documentário Elena foi dirigido por Petra Costa e produzido pela Busca Vida Filmes. O filme, brasileiro e lançado em 2013, é uma biografia de Elena, irmã mais velha da diretora. Foi premiado por diversos festivais ao redor do mundo, como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Arlington International Film Festival (AIFF – Estados Unidos), o Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, o Festival Internacional de Cine Documental de la Cuidad de México (DocsDF), entre outros.

A sinopse disponível no site oficial do filme (http://www.elenafilme.com/) é:

“Elena viaja para Nova York com o mesmo sonho da mãe: ser atriz de cinema. Deixa para trás uma infância passada na clandestinidade dos anos de ditadura militar e deixa Petra, a irmã de 7 anos. Duas décadas mais tarde, Petra também se torna atriz e embarca para Nova York em busca de Elena. Tem apenas pistas: filmes caseiros, recortes de jornal, diários e cartas. A todo momento Petra espera encontrar Elena caminhando pelas ruas com uma blusa de seda. Pega o trem que Elena pegou, bate na porta de seus amigos, percorre seus caminhos e acaba descobrindo Elena em um lugar inesperado. Aos poucos, os traços das duas irmãs se confundem, já não se sabe quem é uma, quem é a outra. A mãe pressente. Petra decifra. Agora que finalmente encontrou Elena, Petra precisa deixá-la partir.”

Eu não conhecia o filme até nosso professor de filosofia nos mostrar o trailer. Mesmo antes de acabar, eu já tinha decidido que assistiria logo que pudesse, o que acabou sendo hoje. É muito difícil escrever sobre esse documentário, até porque, é um tema muito complicado, já que Elena, caso não tenha ficado muito explícito, se suicidou (se alguém considerar spoiler, desculpa). Assim, Petra acaba retratando como foi lidar com essa perda para ela, que tinha 7 anos de idade na época, e para sua família.

Não sei explicar, mas é impossível expressar com palavras o que o filme me fez sentir. Elena é completamente diferente de qualquer outro documentário que eu já vi, seja por seu caráter poético, pela forma de narração que Petra escolhe ou pela participação da própria Elena por meio de gravações e vídeos antigos.

O filme é incrível. Mas ao mesmo tempo é um pouco pesado, do tipo super possível de começar a chorar, não aconteceu no meu caso, mas eu tive que ficar processando tudo por um bom tempo. Apesar de ser um tema extremamente doloroso, como dito antes, o filme, por si só, é muito bonito e as imagens nele presentes também.

Esse vídeo mostra muito bem essa falta de palavras para descrever o documentário mostrando a opinião, muito semelhante a minha, de várias outras pessoas:

Enfim, eu super recomendo que vocês assistam! Ele está disponível em vários sites, mas o que eu achei melhor foi esse.

Ana

Cidade Cinza

Em meio a tanta pesquisa sobre o tema para poder justificá-lo essa semana em sala, acabei encontrando algo incrível, que tem tudo a ver com o projeto, de forma totalmente inusitada.

O documentário Cidade Cinza é uma produção independente, ele levou 6 anos para ficar pronto e foi financiado por meio de Crowdfunding (financiamento coletivo). Dirigido por Marcelo Mesquita e Guilherme Valengo, o filme tem participação dos artistas Os Gêmeos (Gustavo e Otávio Pandolfo), Nunca (Francisco Rodrigues), Nina Pandolfo, Finok, Zefix e Ise. Além disso, a trilha sonora foi composta por Criolo e Daniel Ganjaman.

Em 2006, foi instituída a Lei nº 14.223, chamada Lei Cidade Limpa, que visava uma “paisagem mais ordenada”, para isso, contrataram uma empresa terceirizada para pintar com tinta cinza muros grafitados da cidade. Entretanto, isso era feito de forma totalmente arbitrária e subjetiva, pois os funcionários eliminavam as obras que consideravam feias e deixavam outras. Com isso, o documentário critica essa lei, trazendo como conflito principal o fato de um painel de 700m² no Viaduto do Glicério, feito pelos Gêmeos e por outros grafiteiros, ter sido apagado.

Vale a pena assistir!!

Ana

O motivo disso tudo…

Sinceramente, até agora o mais difícil do trabalho foi escolher o tema do nosso documentário.

Isso é até engraçado, porque o fato de podermos escolher livremente qualquer coisa que nos interesse, ao invés de a Escola nos limitar a algo quadradinho e acadêmico, fez com que, de forma quase inconsciente, tentássemos escolher aquilo que pensamos ser “o que os professores querem ver”, ou seja, de forma confusa, exatamente o oposto do que propuseram!

Passamos pelas ideias mais diversas, como educação, a vida noturna em São Paulo, intervenções urbanas como o grafite, até que, depois de muitas tentativas falhas de obter algo criativo e original e muitas (muitas mesmo) ideias rejeitadas, não encontramos outro jeito que não fosse pedir ajuda para nossa professora, Teresa. A primeira coisa que ela nos disse foi: “o que vocês gostam?”, e, apesar da dificuldade de responder diretamente essa pergunta, achamos que foi ai que realmente nos tocamos do quanto esse projeto era nosso. Totalmente e somente nosso. Ela não iria nos dar um tema prontinho, tudo dependia somente de nós.

Refletindo sobre aquela questão, acabamos tendo uma ideia que seria, de fato, nossa! Desde o início, queríamos tratar sobre algo que tivesse um efeito humanizador na metrópole, ou seja, algo que a tirasse da condição de anônima e cinza. Um dia, passeando pela rua, uma de nós viu uma daquelas frases que alguém escreve em postes, muros, ou até no chão, e te colocam pra pensar na vida, nem que seja por apenas um minuto. Aquilo é humano, e aquilo torna os anônimos caminhando apressados pela cidade, também, humanos. O problema era: quem é esse alguém? Como faríamos um documentário sobre algo que não era assinado e não tinha nenhum autor óbvio para entrevistar? Desanimamos e quase desistimos mais uma vez do tema.

E é aí que entra uma mulher chamada Camila Lordelo. Essa paulistana tem um projeto incrível e trabalha escrevendo, imprimindo e espalhando versos tocantes por toda a cidade. Decidimos falar com ela e, para nossa incrível surpresa, ela aceitou participar do nosso projeto, topou a entrevista e tudo, e ficou super entusiasmada com nossa ideia! “Fico feliz e grata de ver mais gente abrindo espaço para a poética, para a sensibilidade, para a comoção na cidade grande. Há tanta beleza espalhada por aí! Quanto mais gente puder ajudar as pessoas a enxergarem, melhor.” Ler isso de alguém totalmente de fora do projeto e da escola é incrivelmente gratificante e o sentimento que isso nos trouxe foi indescritível. Estamos cada dia mais entusiasmadas e ansiosas com o projeto, se é que isso é possível.

PS.: Nos foi dito nos comentários que o tema em si não tinha ficado claro, então queríamos explicar que o tema central é a humanização de São Paulo, mas restringimos esse tema tão amplo a apenas uma pessoa, a Camila, para torná-lo mais pessoal.